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A Reforma da FAO
O aniversário da fundação da FAO no dia 16 de outubro representou um momento para refletir sobre o passado e ofereceu a organização uma oportunidade para analisar os resultados em relação à meta, declarada no Preâmbulo da sua Constituição, de contribuir «para a expansão da economia mundial e liberar a fome da humanidade». Um aniversário constitui dessa forma uma ocasião para olhar em direção ao futuro, e considerar a maneira em que a FAO pode enfrentar os novos desafios que o século XXI trará.
Convencido de que a Organização deve realizar um exame autocrítico e determinar de que maneira pode realçar sua pertinência e eficácia num entorno mundial em rápida evolução, o Diretor Geral apresentou na Conferência dos Estados Membros da FAO, que foi realizado em novembro de 2005, propostas relativas a um processo de reforma de amplo alcance. Em setembro de 2005 o Comitê do Programa e o Comitê de Finanças da Organização ratificaram a oportuna Organização mais forte e mais receptiva. Destacaram a natureza necessariamente dinâmica de um processo de adaptação e contextos cambiantes e novas demandas. Os Comitês e o Diretor Geral convieram em que as reformas propostas e a avaliação externa independente da FAO deveriam prestar apoio mutuamente e formar parte de um conjunto geral de reformas.
O presente documento lembra brevemente o nascimento e a avaliação da FAO e faz um balance de suas realizações. A continuação está voltada em direção ao futuro a fim de examinar vários dos grandes desafios do século XXI e suas conseqüências para a FAO. Posteriormente expõe a justificação da reforma e esboça os aspectos principais do processo e descreve as propostas, citando-as no contexto mais amplo da reforma das Nações Unidas e da visão dos fundadores da FAO.
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