Sustentabilidade do Meio Ambiente
e Conservação da Biodiversidade

Sustentabilidade do meio ambiente de ecossistemas e áreas protegidas
Incrementar os recursos financeiros necessários para lograr uma gestão sustentável dos sistemas de áreas protegidas, ecossistemas florestados e bacias hidrográficas, através do uso dos pagamentos por serviços ambientais e outras alternativas novas, incluindo os recursos disponíveis do mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL).
No esforço da Região Latino-americana de avançar em direção ao desenvolvimento sustentável foram criadas em todos os países leis gerais sobre o meio ambiente; além de impulsionar a conservação e proteção da Diversidade Biológica através de Sistemas de Áreas Protegidas; promover o Manejo Florestal Sustentável, desde diversas organizações governamentais e não governamentais e avançar na investigação e participação de florestas no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e no uso de solo, mudanças do uso de solo e silvicultura (LULUCF) em relação à Convenção de Mudança Climática (UNFCCC) e o Protocolo de Kyoto (PK).
Os chefes dos serviços de administração de parques nacionais e áreas protegidas da região identificaram o financiamento do manejo e gestão das áreas protegidas e a valoração dos serviços ambientais previstos pelos parques nacionais e outras áreas protegidas como prioridades absolutas.
No entanto, os valiosos e diversos aportes, a perda de cobertura florestal continua a ritmo preocupante e a pobreza persiste nos países da Região. As causas mais importantes de desmatamento são a expansão agrícola-pecuária destinada a alimentar uma população em constante aumento e o consumo de lenha, ao que se soma uma valoração inadequada e as vezes até inexistente dos bens e serviços que oferecem a sociedade. Qualquer atividade que reduza o desmatamento mantém um beneficio direto na agenda de Mudança Climática Global reduzindo o efeito de gases invernáculos.
O Foro das Nações Unidas para o Controle da Mudança Climática reconheceu que o desmatamento contribui com mais ou menos 20% dos gases de efeito estufa, ficando como segundo emissor, detrás somente da queima de combustível fóssil para a produção de energia elétrica. Na sétima Conferência de Partes da Convenção de Mudança Climática (COP-7, 2001), as partes reconheceram as quatro funções principais das florestas na Mudança Climática: como fonte de CO2 quando se destruam ou degradam; como indicador de uma mudança climática; como fonte de biocombustíveis para substituir combustíveis fosseis e como sumidouros de carbono baixo manejo sustentável. Trás o Acordo de Marrakech os bosques podem significar uma contribuição essencial no cumprimento dos compromissos das partes durante o período 2008-2012.
A florestamento e o desmatamento são as únicas atividades florestais admissíveis no MDL para o primeiro período de compromisso, os projetos de conservação, adaptação e reabilitação de bosques podem obter financiamento no marco dos novos avances em negociações.
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